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Os brincos começaram a ser de arame de latão
e alpaca porque a prata tinha-se acabado e era muito cara,
painéis de macramé, bolsas em couro, pulseiras
de couro, caixas e brincos em bambu etc etc.
Como
artesão Urbano, não tinha (e não tenho)
obrigação de trabalhar só com uma matéria-prima,
assim como também não tenho nada de artesão
tradicional, comecei na cidade como artesão, e quer
se queira ou não acabasse por “beber” de
tudo um pouco. É o tempo e a experiência que
nos faz dar o nosso cunho pessoal ás peças que
fabricamos e a forma como as fazemos. Tudo o que faço,
foi por iniciativa própria ou por trocas de ideias
entre colegas de rua que como eu foi assim que começaram.
Ao longo dos anos fui adquirindo mais prática e experiência,
nas consultas que continuo a efectuar, primeiro nas bibliotecas
nacionais, e agora mais através da Internet, ao qual
pertenço a diversos grupos de trocas de ideias, nacionais
e internacionais, ligadas ao artesanato.
Entre o ano 2004/2005 dei formação profissional
em Felgueiras
No curso de “ A Arte de trabalhar o Couro ”. |
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